Edição da Associação dos Arquitectos Portugueses. Lisboa. 1980.
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De 29x23 cm. Com xxiii, 763 págs. Encadernação do editor com sobrecapa de protecção. Profusamente ilustrado e com mapas da morfologia, geologia, e tipologia de cada zona estudada.
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2.ª edição publicada em 1980, num único volume, da obra publicada pela primeira vez em 1961 pelo Sindicato Nacional dos Arquitectos com o patrocínio do Ministro das Obras Públicas, Engenheiro Eduardo de Arantes e Oliveira, que subsidiou os trabalhos de preparação da obra conforme o determinado pelo DL, nº 40349 de 19 de Outubro de 1955, e que se encontrava esgotada desde 1967, lamentando o editor não ter sido feito qualquer aprofundamento deste estudo. Posteriormente foi publicada uma terceira edição em 1988.
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Obra fundamental de recolha de arquitectura e de etnografia que testemunha e fixa, nas suas imagens e desenhos, a utilização social e produtiva da casa portuguesa do mundo rural.
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Excepcional e muito relevante trabalho de levantamento da arquitectura popular portuguesa, com grande impacto nos meios científicos de muitos outros países, que fez um pormenorizado levantamento de um valioso e significativo património já em degradação e que viria a sofrer contínuas agressões e abandono até aos dias de hoje devido à incúria dos responsáveis políticos.
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A obra evidencia a importância das relações entre o homem e o seu meio, social, económico e geográfico na formulação das arquitecturas estreitamente ligadas a situações concretas e bem definidas.
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Trabalho que se baseia no Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa, realizado entre 1955 e 1960, segundo proposta, datada de 1949, do arquitecto Francisco Keil do Amaral, por seis grupos de trabalho que integraram entre outros os arquitectos Inácio Peres Fernandes, Dário Vieira, João Simões, Alberto José Pessoa, Francisco da Conceição Silva, Sebastião Formozinho Sanchez, Manuel Mendes Taínha, Rui Mendes de Paula, José Rafael Botelho, Fernando Távora, Rui Pimentel, António Menéres, Octávio Filgueiras, Arnaldo Araújo, Carlos Carvalho Dias, José Huertas Lobo, João José Lobato, Nuno Teotónio Pereira, António Pinto de Freitas, Francisco da Silva Dias, Frederico George, António Azevedo Gomes, Alfredo da Mata Antunes, Artur Pires Martins, Celestino de Castro e Fernando Torres.
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O país foi dividido em 6 zonas: Minho, Trás-os-Montes, Beiras, Estremadura, Alentejo e Algarve.