Editor… [Impressão e acabamento: Gráfica Europam, Lda. Mem Martins]. Lisboa. 1982.
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De 28x22 cm. Com 751, [i] págs.
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Encadernação do editor com sobrecapa de protecção.
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Ilustrado no texto com desenhos a cores de Manuel Lapa, aguarelas de Cerra, fotografias de caçadas e de obras de arte relativas à caça, bem como reproduções fac-similadas de documentos dirigidos ao autor (carta de Marcelo Caetano) ou da sua autoria.
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Obra impressa sobre papel couché.
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Magnífico livro que reúne os artigos escritos pelo autor durante 30 anos, sobre os mais variados aspectos da caça em Portugal, no Brasil e nos territórios sob administração portuguesa até 1975 (Angola e Moçambique), versando desde a caça de aves e pequenos mamíferos, até à caça grossa. Inclui também textos sobre caça em Marrocos, Escócia, Espanha, França e União Soviética e o relato da participação no Conselho Internacional da Caça em Teerão em 1974.
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Um dos aspectos mais demoradamente focados é o enquadramento legal da caça, que levou o autor a graves conflitos com a censura no regime do Estado Novo e com a Comissão Ad-Hoc para a Imprensa, Rádio, Televisão, Cinema e Teatro, depois do 25 de Abril.
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Obra imprescindível e fundamental para o estudo das actividades cinegéticas, que é como uma enciclopédia da caça.
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João Maria Jardim Feio Bravo (Lisboa, 1921 -), advogado, empresário, foi director do Clube Português de Tiro a Chumbo e da respectiva Federação, em cuja qualidade integrou a Câmara Corporativa, representando as associações venatórias e piscatórias e director da revista de caça "Diana".