Edição do autor. Lisboa. 1965.
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De 23x16 cm. Com 374 págs. Brochado. Ilustrado no texto e em extratexto com esquemas desdobráveis com a análise de cada personagem dos painéis, comparando com a iconografia conhecida de outras fontes.
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Exemplar com dedicatória do autor no anterrosto, com danos no pé da lombada, marcas de manuseamento e manchas de sujidade nas capas.
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O autor, apresenta uma nova tese baseada na adaptação de ideias defendidas anteriormente, que se propõe compreender o pleno significado da obra, que será «Portugal, defensor e Apóstolo da Fé e identificar as sessenta figuras nela representadas.
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VER: FREITAS, Paula e GONÇALVES, Maria de Jesus. PAINÉIS DE S. VICENTE DE FORA. Uma Questão inútil? INCM. 1987. Páginas 94 e 95 e esquema 14.
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A questão dos painéis», como é conhecida a vasta polémica que se desenrola desde a descoberta em S. Vicente de Fora em 1882, de um excepcional obra de pintura portuguesa do século XV, apaixona os especialistas e a opinião pública até aos nossos dias, levando a cenas de pugilato, falsificação de documentos e suícidos. Apesar do aprofundamento do conhecimento dos aspectos materiais e artísticos da obra, a impossibilidade de determinar a sua origem e a intenção com que foi realizada, por falta de provas documentais, renova periódicamente as polémicas, não existindo acordo sobre nenhuma das múltiplas questões a considerar.