Les morts que l´on fait saigner dans leur tombe Se Venge toujours. Paul Verlaine. Typographia «A Editora». Lisboa. 1908.
De 26x19 cm. Com 20 págs. Brochado. Contém fotogravura do Rei D. Carlos em extratexto sobre papel couché junto à folha de rosto (com vegetal de protecção), fotografia de Arnaldo Fonseca, gravura de Thomaz Bordallo. Capa de brochura grafitada a lápis azul.
Obra com advertência datada de 15 de Março de 1908, onde se informa que a publicação foi editada a expensas de um grupo de Portugueses residentes no Rio de Janeiro, para ser distribuída gratuitamnte nas suas terras. O estudo de Ramalho Ortigão tinha sido publicado na Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro a 11 de Março de 1908.
O autor traça um paralelo entre os destinos de Luís XVI, de Turgot, de D. Carlos e de João Franco, nas suas diferenças e semelhanças. Ramalho revolta-se com o vil assassinato do Rei e do Principe Real, elogia a coragem de D. Carlos I e de João Franco e traça um vibrante elogio do Rei.
Reacção de condenação do regicídio por um grande escritor da Geração de 70.