Linha geral de um pensamento agrário. [Por]… Advogado «Isto pensava, isto escrevo; isto tinha na alma, isto vai no papel; que doutro modo não sei escrever». Garret, Viagens, II da «Colecção Lusitânia», pág. 26. Tipografia da seara Nova. Lisboa. 1932.
De 19,5x13 cm. com 255, [v] Brochado. Exemplar com uma carta dactilografada de A. S. datada de Janeiro de 1951, agradecendo a oferta do livro e tecendo grandes elogios ao autor.
Obra com dedicatória impressa aos pais e mulher do autor e ao poeta Afonso Duarte.
Conjunto de textos de 6 conferências, em que pelo menos a primeira foi proferida no Grémio do Alentejo, em 29 de Novembro de 1930.
Nelas o autor, que integrava o grupo da Seara Nova, defende que a solução para a questão agrária no Alentejo era parcelar as grandes propriedades de forma a permitir que todas as famílias fossem proprietárias de terras. Entra por isso em polémica com Pequito Rebelo do Integralismo Lusitano que considerava a grande propriedade no Alentejo um fatalismo divino.
Trabalho muito interessante para um problema que foi sempre motivo de grandes debates e desordens publicas.