[Autor: António Correia Pinto de Alameida. Impresso na Imprensa Libânio da Silva]. Editado por Jayme Marques. Lisboa. 1913.
De 21,5x12,5 cm. com 96 págs.
Encadernação da época em percalina vermelha com ferros a ouro na pasta anterior e executada pelo encadernador C. Rodrigues Azevedo.
Ilustrado com o retrato do autor na página 6 e cabeções desenhados por Almada Negreiros no início de cada um dos três Cantos.
Exemplar preserva a capa de brochura, também da autoria de Almamda Negreiros. Apresenta manchas marginais de tinta nas folhas preliminares e uma inscrição manuscrita na capa anterior de brochura: «Recordação do assalto à redação de «Os Ridículos» na noite de 20 de Outubro de 1914».
1ª edição em livro deste poema que foi publicado pela primeira vez no jornal «Os Ridículos» a partir do Nº 730 de 18 de Setembro de 1912, com o título «Parodia sem pretensões aos Luziadas do nosso falecido collega e illustre thalassa, cidadão Luiz de Camões».
Poema heroi-cómico em 3 cantos com oitavas de versos decassílabos em que é descrita, de forma satírica, a história da implantação e dos primeiros anos do regime republicano, com muitas descrições dos pontos fracos de cada político. Contém um «Diciconario mythológico dos vocábulos insertos no poêma».
Marco Antonio é o pseudónimo do escritor, poeta e jornalista António Correia Pinto de Almeida (1886-1933).
Referência bibliográfica: Alberto Pimentel. Poemas heroi-cómicos portugueses.