Monumentos architectonicos. Restauração. Desacatos. Pintura e esculptura. Artes Industriaes. O genio e o trabalho do povo. Indifferença official. Anarchia estheticas. Desnacionalização da arte. Dissolução dos sentimentos. Urgencia de uma reforma. Segunda Edição. Livraria Francisco Alves, Rio de Janeiro e Livrarias Aillaud e Bertand. Paris e Lisboa. S/d. [1918?].
De 18x12 cm. com 196 págs.
Encadernação da época com lombada com nervos e ferros a ouro e cantos em pele. Ilustrado com retrato do autor em extratexto sobre papel couché.
Exemplar rubricado pelo procurador dos herdeiros do autor, Vasco Ortigão e com notas marginais a lápis.
Contém uma dedicatória impressa do autor à Comissão dos Monumentos Nacionais, que já constava na 1ª edição de 1896.
Obra com um texto que defende a conservação e valorização do património que – segundo António Valdemar – mantém muitos aspectos actuais, tratando-se do primeiro manifesto pelo património em que a concepção do mesmo ultrapassa o conceitos de património construído; valorizando tanto o património natural como a criação erudita e popular sem estabelecer compartimentos entre as artes maiores e menores.
O autor apresenta uma proposta para o destino que deve ser dado aos Jerónimos, que veio a ser a adoptada até aos dias de hoje, nomeadamente a instalação de um museu naval.