QUE NA PRAÇA DE CAMPO-MAYOR FEZ O RAYO, QUE NELLA CAHIO NA MADRUGADA de 16 de Setembro de 1732 e à lamentavel tempestade de vento, que arruinou, e destruhio parte deste Reyno no dia 15. de Outubro do mesmo anno. POR FERNANDO ANTONIO DA ROSA. LISBOA OCCIDENTAL, Na Officina de ANTONIO PEDROSO GALRAM. M. DCC. XXXII [1732]. Com todas as licenças necessarias.
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In 4º de 21,6x15,8 cm. Com 8 págs. Ilustrado com xilogravura na folha de rosto, representando uma taça com frutos.
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Texto impresso com caracteres redondos e itálicos (usados nos versos glosados) e ornamentado com cabeção xilográfico, com uma cesta de flores e duas aves de cada lado e uma inicial decorada. Brochado.
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Exemplar por abrir e por aparar.
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Folheto muito raro, que contém uma obra poética paradigmática do período barroco que apresenta um processo de amplificação, ou seja os 14 versos do soneto: «Oh tu baixel vivente, oh tu nadante» são glosados numa oitava cada um dando, assim, o soneto origem a um poema com 112 versos.
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Inocêncio XIX, 376. Menciona a obra, que viu na Biblioteca Nacional, sem qualquer descrição. Barbosa Machado II, 18.