Capa de Real Bordalo. Edição especial patrocinada pela Direcção-Geral da Educação Permanente. Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa. 1967-1977.
18 volumes de 18x12 cm. Com 175, xii; 155, xii; 148, xii; 164, xii; 162, x; 156, x; 141, xii; 157, xii; 156, xii; 180, xii; 157, xii; 168, xii; 195, xii; 170, xii; 175, xiv; 165, xii; 158, xii; 175, x págs. Brochados. Ilustrados no texto e em extratexto, sobre papel couché, com fotogravuras a preto e branco.
Obra de divulgação enciclopédica consagrada ao arrolamento das efemérides e das figuras mais representativas da História de Portugal, da sua arte, literatura, ciência e pensamento.
A publicação é iniciada por Hernâni Cidade e Carlos Selvagem - autores dos 11 primeiros volumes. Carlos Selvagem, entretanto, desiste do projeto, sendo o 12.º volume apenas da autoria de Hernâni. No 13.º volume junta-se Ruy d'Abreu Torres e Hernâni Cidade colabora com este até ao 14.º volume.
Trata, de forma acessível, os aspetos mais relevantes da vida cultural, política e económica portuguesa, dos alvores da nação aos nossos dias, elencando reis e cavaleiros, heróis e santos, poetas e artistas, sábios e pioneiros do mar, do sertão e do ar. Segue, abaixo, o rol de assuntos historiados em cada volume:
Volume I - Elementos de cultura pré-existentes; Fundação do Condado Portucalense; Evolução da cultura medieval desde D. Afonso Henriques a D. Dinis;
Volume II - Consolidação da independência nacional; Primeiro surto de expansão ultramarina; incremento de estudos náuticos e da cultura da pré-renascença;
Volume III - Robustecimento do poder real; Evolução da astronomia náutica; Viagens marítimas e terrestres para preparação do descobrimento do caminho marítimo para a Índia; Criação da Arquitectura Manuelina;
Volume IV - Grandes viagens de expansão ultramarina; Aperfeiçoamento da astronomia náutica e integração do escol intelectual na literatura e artes plásticas da renascença;
Volume V - Prosseguimento da expansão até ao extremo-oriente; Florescência da literatura de ficção e historiografia do ultramar; As artes plásticas do renascimento;
Volume VI - Ocupação e expansionismo do Brasil; Cultura humanística; Camões e «Os Lusíadas»; Instituições para defesa da fé;
Volume VII - A monarquia dual sob a dinastia filipina e as Cortes de Tomar (1.ª parte); O Prior do Crato e a sucessão à coroa; Defesa do património nacional do ultramar; Literatura de viagens; Arte barroca;
Volume VIII - Expansão do Brasil a Oeste; O bandeirismo paulista; Defesa do património ultramarino em África e Ásia; Revolução restauradora de 1640; Literatura autonomista;
Volume IX - D. João VI e as guerras da restauração; Os generais e os diplomatas; As letras e as Artes;
Volume X - Os pactos com a Espanha quanto às fronteiras na América do Sul; Preparação para o advento do Marquês de Pombal; Primeiras revelações da ciência; A criação de academias e arcádias;
Volume XI - Advento do Marquês de Pombal; O terramoto de 1755; A acção política de Pombal; A expulsão da Companhia de Jesus;
Volume XII - Reinado de D. Maria I; Invasões francesas e retirada da corte para o Brasil; A acção reformadora de D. Maria I; As novas academias; As artes plásticas e a Música;
Volume XIII - De D. João VI a D. Maria II; Os grandes vultos do liberalismo; A acção colonial de Sá da Bandeira; Introdução do romantismo em Portugal; As instituições da cultura;
Volume XIV - Reinado de D. Pedro V; O Fontismo; Os historiadores Oliveira Martins e Rebelo da Silva; A poesia em Soares de Passos e Tomás Ribeiro; O romance em Camilo e Júlio Dinis;
Volume XV - Reinado de D. Luís I; A «Geração de 70» a «Questão Coimbrã» e as «Conferências do Casino»; A crítica social n’ «As Farpas» e n’ «Os Gatos»; As viagens de exploração africana; A sociedade de Geografia de Lisboa;
Volume XVI - Historiadores e eruditos; Gama Barros; Braamcamp Freire e Carolina Michaëlis; A poesia parnasiana; A sátira em Guerra Junqueiro e Gomes Leal; Teixeira de Queirós e Trindade Coelho; O exotismo de Wenceslau de Morais; A filosofia de Sampaio Bruno;
Volume XVII – Reinado de D. Carlos I; O «Franquismo»; A «campanha de 95»: António Enes e Mousinho de Albuquerque; O Teatro: D. João da Câmara, Henrique Lopes de Mendonça e Marcelino Mesquita; A historiografia: Luciano Pereira da Silva, Duarte Leite e Fontoura da Costa;
Volume XVIII – Cesário Verde e António Nobre; O simbolismo: Eugénio de Castro e Camilo Pessanha; O matemático Gomes Teixeira e o Almirante Gago Coutinho; O etnólogo Leite de Vasconcelos; David Lopes, Lúcio de Azevedo e Fidelino de Figueiredo