Edição Oficial. União Gráfica. Lisboa. 1929.
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De 24,5x17,5 cm. Com 159 págs. Encadernação da época com lombada e cantos em pele com ferros a ouro.
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Junto com: CONCÍLIO PLENÁRIO PORTUGUÊS (MCMXXVI). PASTORAL CCOLECTIVA. DECRETOS. Apêndice (Documentos) Edição Portuguesa Oficial. Tip. da União Gráfica. Lisboa. 1931.
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De 24,5x17,5 cm. Com 149, 224 págs.
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As primeiras 43 páginas apresentam numeração romana.
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O concílio plenário de 1926 decorreu, de 24 de Novembro a 3 de Dezembro, sob a presidência do Cardeal-Patriarca e legado papal António Mendes Bello, com o objectivo de acomodar e compatibilizar a Igreja portuguesa com o Código de Direito Canónico de 1917. Contou com a presença de 22 prelados e 44 teólogos e consultores quase todos padres.
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Os decretos produzidos por este concílio plenário, depois de terem sido aprovados pela Santa Sé em 1929, vigoraram em Portugal desde 1931 até serem abrogados em 1984 pela Santa Sé, a pedido da Conferência Episcopal Portuguesa, devido à entrada em vigor do novo Código de Direito Canónico de 1983, hoje em vigor.
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Entre eles contavam-se o decreto relativo à criação de uma Universidade Católica que começou a ser realizada, em parte, no ano de 1944 e só atingiu plena expressão em 1966.
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São somente convocados pela respectiva conferência episcopal e com a prévia aprovação da Santa Sé (cf. CDC 439-441)
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O Concilio Plenário Português (1926) trouxe à Igreja em Portugal, recentemente confrontada com o radicalismo republicano, um contributo decisivo para a recomposição e renovação do catolicismo português. Nesse contexto, a necessidade de união dos católicos por motivos de recuperação religiosa e de conteúdos políticos fez com que, os Bispos assumissem uma centralidade eclesial e social, capaz de lhe dar uma autoridade católica na sociedade com elevada e verdadeira expressão.
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As sessões decorreram com grande solenidade e impressionaram a opinião pública. Foi a primeira grande afirmação da Igreja depois da lei da separação. Os decretos conciliares, depois de aprovados pela Sagrada Congregação do Concílio (16 de Março de 1929) e pelo Papa Pio XI (25 de Março de 1929), foram anunciados pela pastoral colectiva de 13 de Julho de 1930 e entraram em vigor a 24 de Maio de 1931.
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Luís Salgado de Matos. Os bispos portugueses: da Concordata ao 25 de Abril — alguns aspectos. Análise Social. Vol. xxix (125-126), 1994