Gráfica de Coimbra. 1938.
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2 obras encadernadas num volume de 19,5x12,5 cm. Com 226, [xv]; 352, [ii] págs. Encadernação com lombada em pele, com ferros e com título a ouro na lombada. Corte das folhas carminado à cabeça.
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Ilustrado em extratexto com mapas e fotografias a preto e branco, impressas em papel couché. Apresenta reproduções das igrejas colegiadas de S. João de Almedina, de S. Cristovão, S. Salvador, S. Tiago, S. Pedro, de Santas Justa e Rufina e S. Bartolomeu.
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A abordagem que António Nogueira Gonçalves fez ao românico gerado na região centro do País é não só extremamente complexa, como também acabou por assumir um papel fundador no seio da historiografia do românico português.
Nogueira Gonçalves identificou quatro fases de desenvolvimento na arte românica no centro do País: proto-românico, românico condal, românico afonsino e românico sanchino. Argumentando uma maior facilidade e clareza de redacção, o autor também opta por uma classificação alfabética: românico A, românico B e românico C.
O românico Afonsino, ou românico B, é para este autor o grande período do românico coimbrão, que atesta a sua superioridade, não só pelo seu carácter eminentemente internacional, pela sua unidade estilística, mas também por estar ligado ao reinado de D. Afonso Henriques e, assim, à formação da nacionalidade.
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Tem junto:
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HOLANDA. (Francisco de) DA PINTURA ANTIGUA. Tratado de... Contém Livro Primeiro - Parte Theorica. Livro Segundo - Dialogos em Roma. Edição completa d'esta celebre obra. Comentada por Joaquim Vasconcelos. Segunda edição da Renascença Portuguesa. Porto. 1930.
Ilustrado em extratexto com retratos.
Exemplar preserva as capas de brochura, com etiqueta da Encadernação Palhares na folha de guarda.
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Ref.: A Historiografia da Arquitectura Da Época Românica Em Portugal (1870-2010), por Maria Leonor Botelho.