Lisboa 1518 [Aliás:] Impresso nas oficinas da Livraria Bertrand. [Damaia e Lisboa]. 1968.
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De 28,5x18 cm. Com [38], [iii] fólios inumerados.
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Encadernação artística e de grande beleza inteira de pele de carneira natural, gravada a seco nas esquadrias e nas conchas; e com aplicações das réplicas dos fechos e ferragens dos forais manuelinos, com as armas de portugal aos centro e com esferas armilares nos quatros cantos da esquadria de cada pasta, executado pelo mestre encadernador Frederico de Almeida, em Lisboa.
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Contêm a reprodução anastática do documento iluminado e dos averbamentos posteriores, sendo estes transcritos nos últimos 3 fólios inumerados; junto com a reprodução perfeita do belo selo manuelino em chumbo pendente de uma fita de seda.
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Exemplar raro de uma tiragem de apenas 40, que foram encadernados pelo editor com réplica da encadernação original oficial dos forais manuelinos. O presente exemplar apresenta desgaste da encadernação, com acentuado escurecimento e craquelê (pequenas rachas) na pele da pasta anterior, provavelmente por exposição directa e continuada ao sol, o que não deixa de ser bastante curioso, pois aproxima ainda mais a réplica ao estado actual dos originais quinhentistas.
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Em cólofon: «Este foral foi fac-similado na íntegra, segundo o original existente na Câmara Municipal, por ocasião do quinquagésimo aniversário de Abrantes cidade, sendo a câmara constituída por: Dr. Agostinho Rodrigues Baptista, presidente; Dr. João Manuel Esteves Pereira, vice-presidente; Eng. Luís Fernando de Almeida Velho Bairrão; Dr. Luís Gonzaga Moura Neves; Dr. Manuel Francisco Dias; Dr. Eugénio Pires Grosso; Fernando Tavares Dias Simão; e Armindo Augusto Tavares, vereadores. A leitura de todos os documentos apensos ao termo do foral foi feita pela Dra. Maria do Carmo Jasmim, conservadora do ANTT sob a orientação de João Paulo de Abreu Lima. Acabou de imprimir-se nas Oficinas de Bertrand (Irmãos), Lda. aos 30 de Março de 1968, com a tiragem de 1000 exemplares».