Fotografias: Gisèle Daubenfeld e Leonilde de Jesus Henriques. Textos... Colares Editora. Sintra. 2001.
_x000d_
De 29x23 cm. Com 152, [viii] págs. Encadernação do editor em tela, com sobrecapa de protecção ilustrada. Profusamente ilustrado com fotografias a cores.
_x000d_
A presente publicação, álbum fotográfico e memorialístico relativo aquela que foi, talvez, a maior figura das artes e do espectáculo em Portugal no século XX e, quiçá, de sempre, Amália Rodrigues, tão sensívelmente aqui retratada pelas mãos de uma sempre admiradora e dedicada secretária pessoal, Leonilde de Jesus Henriques, a última que teve, que a acompanhou nos seus últimos dez anos de carreira e tão vasto espólio fotográfico nos deixou relativo à Diva do Fado; e pela objectiva de Giséle Daubenfeld, funcionária da Embaixada de França, que a conheceu e por ela nutriu uma forte amizade, que durou até à morte da Fadista.
_x000d_
Os textos desta publicação são da autoria de Miguel Esteves Cardoso - crítico, escritor e jornalista português - e de Fernando Dacosta - jornalista e escritor português, autor de vários escritos sobre Amália Rodrigues, segundo o qual, «Amália, Camões, Pessoa pertencem à mitologia mais profunda da nossa identidade, nossa universalidade: são emanações do mistério que, desde sempre, nos determina, nos oculta, nos diferencia, nos excepcionaliza. Consanguíneos da mesma vibração, pertencem à mesma estirpe, à mesma inquietação, ao mesmo sepulcro, ao mesmo património, à mesma terra...» - (p. 13).
_x000d_
Aqui, uma Amália que, como David Mourão-Ferreira postula, representa o «heterónimo feminino de Portugal». Símbolo daquilo que «em Portugal existe de profundo e de fluente, de fixado e de erradio, de raíz de flor, de tronco e de brisa. De rio, de escarpa, de céu límpido ou nublado, de montanha e de vale, de largura de planície, de abraço do oceano».
_x000d_
_x000d_
_x000d_
_x000d_