Propriedade e edição das Juventudes Monarquicas Conservadoras. Lisboa. 1925.
De 39x28,5 cm. Com 8 págs. Encadernação inteira de pele, com ferros a ouro na pasta anterior. Apresenta folhas de guarda decorativas. Ilustrado com fotografias.
Exemplar com danos à cabeça e no pé da lombada, e com sinais de restauros amadores na capa de brochura.
As JMC - Juventudes Monárquicas Conservadoras, criadas em 1916, (estatutos em 1926) foram uma organização que congregava os jovens apoiantes da Causa Monárquica, criada em 1911, sem tomar posição sobre o debate entre monárquicos liberais, congregados na Causa Monárquica e monárquicos com tendências autoritárias, representados pela Acção Realista, que durante a Primeira República foram ganhando força e apoios.
Em 1925 e 1926 editou a revista Portugália, dirigida por Fidelino de Figueiredo, com posições liberais e os núcleos de Setúbal e do Algarve editaram publicações periódicas.
Caetano Beirão, em 1924, reconhecia que, depois da derrota de Monsanto, as Juventudes Monárquicas Conservadoras eram a única força organizada dentro da Causa Monárquica, apoiavam a participação de monárquicos nas eleições, realizavam conferências e editavam publicações de propaganda, sendo consideradas um agente de propaganda de ideias e estimulante das adesões ao ideal monárquico.