2ª Edição (corrigida e aumentada pelo autor e pelos editores). Oficina Gráfica Lda. Lisboa. MCMXLVIII [1948].
2 volumes de 31,5x24 cm. Com 339, [x]; 173, [x] págs. Brochados, com sobrecapa de protecção.
Ilustrado com reproduções a cores e a preto e branco de várias fotogravuras, vinte e duas das quais impressas sobre papel couché e protegidas por papel vegetal.
Exemplar com rasgos com perda de papel e manchas de sujidade na sobrecapa de ambos volumes e Volume I com manchas de oxidação e humidade nas folhas.
Volume I tem o nº 1056 de uma tiragem não declarada rubricada pelos editores. Tem junto uma folha de errata de dimensões menores.
Bastante apreciada entre coleccionadores e especialistas, a obra de José Queirós, publicada inicialmente em 1908, constitui uma das melhores do seu género em Portugal porquanto faz um inventário criterioso das faianças, azulejos e porcelanas portuguesas, inserindo-as no seu contexto histórico e servindo-se das artes decorativas para apurar o grau de maturidade civilizacional da cultura portuguesa.
A obra tem por base o inventário das várias fábricas, marcas, monogramas e ceramistas nacionais, possibilitando, assim, dissecar a génese e desenvolvimento da indústria ceramista em Portugal através de uma narrativa polida e cativante, acompanhada de várias ilustrações de peças excepcionais.