Tradução de Maria Bragança. 1.ª Edição. Editorial Presença. Lisboa. 1995.
De 22,5x15,5 cm. Com 311 págs. Brochado. Exemplar com etiqueta da editora na folha de guarda anterior e com alguns sublinhados a lápis ao longo da obra.
São abordadas dezoito virtudes: a polidez, a felicidade, a prudência, a temperança, a coragem, a justiça, a generosidade, a compaixão, a misericórdia, a gratidão, a humildade, a simplicidade, a tolerância, a pureza, a doçura, a boa-fé, o humor e o amor.
Trata-se de uma análise das virtudes citadas, à luz dos ideais de vários filósofos, na qual o autor assume uma posição não moralista, sugerindo antes formas inovadoras de pensar o nosso vivido segundo parâmetros de surpreendente modernidade.
«Virtude é poder, é excelência, é exigência. As virtudes são os nossos valores morais, mas encarnadas, na medida das nossas possibilidades, e vividas em acto: sempre singulares, como cada um de nós, sempre plurais, como as fraquezas que combatem ou corrigem. O Bem em si não existe: o bem está por fazer e a isso chamamos virtudes» (A. C.-S.)