Typographia da Academia. Lisboa. 1896.
De 17x13 cm. Com 264 págs. Brochado. Exemplar com assinatura de posse na capa anterior e ligeiras falhas de papel.
Obra de versos bucólicos em que o autor retrata a dureza da vida agrícola, das sementeiras às colheitas, do sofrimento físico ao psicológico. Corresponde a obra ao período de maturidade literária do autor, carregado de realismo e procurando expor os axiomas da civilização do progresso.
Raimundo António de Bulhão Pato[1] (Bilbau, 1828 — Monte da Caparica, 1912), conhecido como Bulhão Pato, foi um poeta, ensaísta e memorialista português, sócio da Academia Real das Ciências de Lisboa.