Com desenhos de Emílio Pimentel. Livraria Universal de Magalhães & Moniz, Editores. Porto. 1876.
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De 23,5x16 cm. Com 144 págs. Encadernação com a lombada em pele, com nervos, dois rótulos e ferros a ouro. Com o corte de folhas carminado à cabeça e folhas de guarda em papel decorativo. Preserva as capas de brochura. Ilustrado em extratexto com gravuras a preto e branco.
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Exemplar com desgaste nas pastas e lombada, pequeno dano à cabeça da charneira da pasta anterior, picos de oxidação e humidade nas páginas, etiqueta da «Esquinal» e ex-libris do Médico Gilberto Monteiro no verso da pasta anterior, ex-libris de Mário Vieira Monteiro na folha de guarda anterior, dedicatória de oferta a lápis na folha de anterrosto.
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Tem junto recorte de jornal sobre o autor colado na folha de guarda posterior.
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Inocêncio XII, 301 'José Duarte Ramalho Ortigão oriundo de uma nobre família do Algarve. Natural do Porto, nasceu por 1837. Em 1869 saiu daquela cidade e veio estabelecer a sua residência definitiva em Lisboa, por ter sido nomeado oficial da Secretaria da Academia real das Ciências. Em 1871, de colaboração com José Maria Eça de Queiroz, com o qual já tinha composto um romance para o Diário de Notícias, no mesmo ano, fundou a publicação denominada As Farpas, Em Paris, Praias, no prólogo à edição dos Lusíadas, nas Farpas, e folhetins da Gazeta de notícias, do Rio de Janeiro, que foi o seu Brasil, evidencia-se uma progressiva cultura intelectual, um estudo aturado, um espírito ávido de saber, que muito honra o escritor”.