Pelo P. TEODORO DE ALMEIDA, Da Congregação do Oratorio de Lisboa, etc. Audierunt quia ingemisco ego, et non est, qui consoletur me. Thren. I. 21. Sexta Impressão mais correcta, e augmentada. LISBOA: Na Impresão Regia. Anno 1815. Com Licença.
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In 12.º de 13,5x8 cm. Com 381 págs. Encadernação da época inteira de pele com um rótulo vermelho e ferros a ouro na lombada. Corte das folhas mosqueado azul e vermelho.
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Impressão nítida com caracteres redondos e alguns itálicos.
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Exemplar com danos nas coifas e charneiras, ligeiro esfacelamento superficial nas pastas mais acentuado no pé da lombada junto a charneira da pasta anterior e assinatura de posse coeva na folha de rosto.
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Teodoro de Almeida (Lisboa, 1722 — Lisboa, 1804) foi um sacerdote católico, escritor e filósofo português. Professor de Filosofia natural, marcou o panorama cultural português da segunda metade do século XVIII., e o seu papel como divulgador das ciências ficou demonstrado pelas obras que nos deixou: Os dez volumes da Recreação Filosófica; Os três volumes das Cartas Físico-Matemáticas e vários textos relacionados com o que então se designava por filosofia natural. Após o seu regresso do exílio, em 1778, Almeida integraria o grupo fundador da Academia das Ciências de Lisboa, onde proferiu a Oração de Abertura da Academia.
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É considerado, pelo Prof. Carlos Fiolhais, o autor do primeiro livro de divulgação científica em língua portuguesa Recreação Filosófica ou Diálogo sobre a Filosofia Natural para instrução de pessoas curiosas, que não frequentarão as aulas.
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