Por Antonio de Moraes Silva. Nona edição revista e ampliada. Editora - Empreza Litteraria Fluminense de Santos, Vieira &; Commandita. Lisboa. S.d.
2 Volumes de 30,5x22 cm. Com 882; 1067 págs. Encadernações da época inteiras de pele com rótulos e ferros a ouro nas lombadas. Folhas de guarda em papel marmoreado.
Texto impresso em três colunas separados por filetes simples, excepto nos textos introdutórios. Ornado com uma inicial decorativa com motivos vegetalista no texto introdutório do primeiro volume.
Exemplar com furos de traça na lombada, falha de pele e ligeiros danos nas coifas, foxing nas folhas e dedicatória de oferta datada de Ribeira Brava 29-9-911.
Contém nos textos introdutórios do primeiro volume advertência ao público pelos editores, prologo do autor à primeira edição, texto introdutório explicativo do Livro I que inclui tábuas de conjugações verbais, abreviaturas das citações dos livros portugueses com que se autoriza o uso das palavras, e com explicação das abreviaturas usadas.
A primeira edição desta obra ocorreu em Lisboa, na Oficina de Simão Thaddeo Ferreira no ano de 1789; e pretendeu ser a súmula do primeiro dicionário português escrito por Rafael Bluteau Moraes Silva introduziu o lexico colonial e nativo em uso no Brasil.
Inocêncio I, XXII, 209 e 323.