Por J. B. de Almeida-Garrett. Nova edição. Obras de J. B. de A. Garrett. XIII. Na Imprensa Nacional. Lisboa. 1850.
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De 15,5x10,5 cm. Com xi, 271 págs. Encadernação inteira de pele, com ferros a ouro e rótulos na lombada. Cortes das folhas mosqueados.
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Exemplar com assinatura de posse a tinta na folha de rosto e a lápis na página v. Danos por humidade, com manchas de bolor na maior parte das folhas, encontrando-se algumas coladas e apresentando ocasionalmente pequenos rasgos e falhas de papel, sem nunca condicionar a leitura.
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Dona Branca, um poema lírico-narrativo de Almeida Garrett, escrito durante o seu primeiro exílio em 1826, relata a lenda da infeliz paixão entre a infanta D. Branca e o rei mouro Aben-Afan, ambientada na conquista do Algarve. Garrett busca exaltar o «maravilhoso» popular nacional, rejeitando a mitologia greco-latina em prol da história nacional. A peça aborda temas como amor, traição e justiça, e é considerada um marco do romantismo na literatura portuguesa do século XIX.
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