Quinzenário. Director José Carlos de Vasconcelos. Chefe de redação Fernando Assis Pacheco. Edição da Dijornal. Lisboa. 1981
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298 Jornais de 35x28 cm. Acondicionados em 3 caixas de cartão.
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Publicação periódica, iniciada em 3 Março de 1981, com uma tiragem inicial de 30 mil exemplares, especializada em temas culturais como, a literatura, a arte, o teatro, o cinema, a dança e a música.
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Durante os seus mais de quarenta anos de publicação, reuniu um vasto acervo de notícias sobre literatura, apreciações críticas e resenhas de grande número de obras de todos os géneros literários, biografias, obituários e entrevistas de inúmeros escritores, músicos, artistas plásticos, historiadores e outras personagens do mundo da cultura, tanto portugueses, como de países de língua oficial portuguesa e de muitos países estrangeiros.
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Na parte gráfica colaboraram João Abel Manta, (capa do n.º 1);
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São de destacar, com vários artigos e entrevistas ao longo dos anos: Sofia de Melo Breyner Andresen, Jorge de Sena, Alexandre O"Neil, Agustina Bessa Luís, José Matoso, António José Saraiva, Lobo Antunes.
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Caixa, n.º 1 - Números 1 a 90 de 1981 a 1984, encadernados em 5 volumes.
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Caixa, n.º 2 - Números 92 a 128, 134 a 178, 183, 185, 189, 224, 310 e 344 de 1984 a 1989.
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Caixa, n.º 3 - Números 350 a de 1990 a 2009.
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Estrutura de cada número. tendo como base o número 1: A página 2 compreende uma apresentação do jornal pelo diretor, José Carlos de Vasconcelos, tendo ao lado a crónica de Agustina Bessa Luís, “A escala de Richter”, “Cura na montanha e corrupção”. Na p. 3, entrevista de José Cardoso Pires, por Fernando Assis Pacheco – com Augusto Abelaira e Eduardo Prado Coelho , que faziam parte do grupo que os “coordenadores”. A página 5, incluí diversos assuntos, pequenas reportagens e notícias de atualidade. Na página 6, a coluna de Ireneu Garcia “Zona Tórrida”, sobre literatura brasileira. Seguem-se pequenas reportagens de M. A. Pina, sobre um grupo vocal do Porto, de Pedro Vieira sobre uma exposição de Júlio Pomar em Paris, com uma entrevista com o artista, o anúncio da publicação da 1.ª edição da Poesia Completa de Herberto Helder. Artigos de opinião sobre cinema, televisão e rádio. Ensaios de Eduardo Lourenço sobre Jorge de Sena, com três poemas inéditos do poeta; de Eduardo Prado Coelho sobre Vergílio Ferreira, com páginas inéditas da Conta-Corrente; de Fernando Belo, sobre “A crise dos cristãos de esquerda” – e o “Amador de poemas”, de David Mourão-Ferreira. As crónicas de Augusto Abelaira, “Ao pé das letras”, no caso intitulada “O papel branco, afinal um tudo-nada pardacento”; a “Memória Infiel”, de Alexandre Pinheiro Torres (“O meu reino por uma escada”), “As palavras na areia”, de Nuno Bragança (“Primeiros Traços”) e o “Escrituralismo”, de José Sesinando (“Acerca da Música”), nome literário de José Sesinando Palla e Carmo, também autor de “Teoria Literária”, no último bloco do jornal: “Crítica”, que começa com recensão de Manuel Maria Carrilho ao livro Metamorfoses do Corpo, de José Gil, seguindo-se a de Paula Morão a quatro obras, uma delas a reedição das Novas Cartas Portuguesas, e a de Urbano Tavares Rodrigues a Resposta a Matilde, de Fernando Namora. A fechar, críticas de cinema, música, exposições, teatro: da autoria João de Freitas Branco e Maria João Brilhante, sobre “O Judeu na fogueira do Nacional” (D. Maria II).
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Actualmente, os números estão estruturados da seguinte forma: comtém secções relativas a cada uma das artes, com crítica, opinião noticiário de atualidade, com grande espaço concedido à crítica literária e a apontamentos sobre edições de livros; a secção intitulada "Tema", que é a que ocupa mais páginas no corpo do jornal, onde é tratado exaustivamente o tema principal escolhido pelos responsáveis do quinzenário, que pode ser uma personalidade, ou um assunto mais generalista. Inclui entrevistas, uma biografia, artigos de opinião escritos por terceiros sobre personalidade em foco, entre outro tipo de textos. Quando são temáticas, diversas pessoas são convidadas a escrever sobre o tema em causa e podem ser feitas entrevistas a personalidades ligadas ou informadas sobre o assunto. Outra secção intitulada "Ideias", é dedicada à opinião, onde colaboram Guilherme d'Oliveira Martins ou Augusto Santos Silva. O JL oferece também periodicamente suplementos aos seus leitores, como o JL/Educação, que funciona de forma autónoma ao jornal, com as suas secções próprias; e, a cada quatro edições, o encarte "Camões", dirigido por Jorge Couto, editado desde 1998 pelo jornal em colaboração com o Instituto Camões, do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
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Ref:
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JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora.
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JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias, Sítio na Internet.
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