Director António Borges Coelho. Editor Jorge Araújo. Conselho Coordenador Sandra Monteiro, Santos Cardoso, Guilhermino Monteiro. Proprietário Campo da Comunicação, Abril de 1999.
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84 Números de 44,5x29 cm. Com 24 págs. cada número, acondicionados numa caixa de cartão. Ilustrado com reproduções a cores de obras de arte modernas, fotografias, mapas e gráficos. Impresso sobre papel de excelente qualidade, muito alvo.
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Conjunto com a 1.ª Série, quase completa com falta de apenas 3 números. Inclui mais os dois primeiros números e o n.º 10 da 2.ª Série, que passou a ser dirigida por Sandra Monteiro.
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Publicação mensal, com elevada qualidade tipográfica e de apresentação, que publica pormenorizados artigos de análise e opinião sobre a actualidade política de todo o mundo, a partir de uma visão acentuadamente de esquerda, na área do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista Português.
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Le Monde Diplomatique foi fundado em 1954, por François Honti, diplomata de origem hungara, que tinha fun dado o Le Monde em 1944. Começou por ser um suplemento do conhecido semanário destinado aos cículos diplomáticos e às grandes organizações internacionais e foi ganhando autonomia, em especial a partir de 1973, quando passou a ser dirigisdo por Claude Julien, até se tornar uma publicação do Grupo Le Monde. Serge Halimi dirige a redacção, desde 2008.
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O Le Monde Diplomatique é um jornal internacional produzido em França, mais do que um periódico francês vendido no estrangeiro. É publicado em várias dezenas de edições internacionais: 31 edições em 2021, sendo 24 impressas e 7 digitais, sem contar com as que dependem de um jornal impresso. E é editado em várias línguas: alemão, árabe, arménio, bielorusso, búlgaro, checo, chinês, coreano, croata, curdo sorani, curdo kurmandji, espanhol, esperanto, farsi, finlandês, francês, grego, húngaro, inglês, italiano, japonês, norueguês, polaco, português, russo, sérvio, sueco, e turco.
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A edição portuguesa foi publicada entre 1999 e Abril de 2006, pela Campo da Comunicação e, depois de uma curta suspensão, reiniciou a sua publicação em Setembro de 2006, por iniciativa da Cooperativa cultural Outro Modo.