Livros Horizonte. Lisboa. 1992.
De 23x16 cm. Com 169, [iv] págs. Brochado.
Exemplar com etiqueta da editora na folha de guarda.
A capa de brochura posterior apresenta: «Será a estupidez um bem? Ou será apenas uma necessidade prática não só da vida moderna como de todos os tempos passados e futuros? Além disso, poder-se-ía acabar com a estupidez sem que daí viesse mal ao mundo? O autor, psicólogo clínico e assistente universitário, insurge-se contra as correntes de opinião que, estupidamente, procuram esconjurar a estupidez. Adoptando uma postura claramente estupidológica, apoiado nas mais recentes investigações e métodos científicos, proclama que a estupidez, entre várias vantagens: - Faz ganhar tempo - Evita ataques cardíacos - Evita depressões e angústias - Está associada ao sucesso profissional Adoptando uma perspectiva psicológica, o autor, ao contrário da abordagem histórica de Cipolla no seu "Allegro ma non troppo", considera que a estupidez não é ausência de inteligência mas resistência activa à inteligência e por isso deve ser caracterizada positivamente».