de... Suivi de la fin de Psyché par Claude Farrère. Illustrations de Carlègle. Les Beaux Livres, 71. Éditions Mornay. Paris. 1935.
De 20,5x15,5 cm. Com 229, [ii] págs. Brochado. Ilustrado no texto com desenhos a cores de Carlègle (Charles Émile Egli, 1877-1937).
Exemplar N.º 22 de uma tiragem de 25, impresso sobre papel Japão.
Impresso numa tiragem de 1700 exemplares destinados à venda, distribuídos da seguinte forma: 25 em papel Japão Imperial, numerados de I a 25, contendo cada um um esboço de Carlègle; 40 em papel Van Gelder, da Holanda, numerados de 26 a 65, contendo um esboço do artista; e 1635 em papel Rives, impressos à forma, numerados de 66 a 1700. Além disso, foram produzidos 65 exemplares fora do comércio, dos quais 7 em papel Japão, 7 em papel Holanda e 51 em papel Rives.
Composta em tipo Didot, concluída a impressão em 10 de Outubro de 1935, nas prensas da Union Typographique, em Villeneuve-Saint-Georges, para as Éditions Mornay, sendo Marc Michon administrador-delegado e Valère Bachmann director.
A primeira edição foi publicada postumamente em 1927, pela Albin Michel, Paris. Ano seguinte foi publicada nos Estados Unidos, pela Covici, Friede, edição inglesa intitulada Psyche, que incluía a conclusão e as notas de Claude Farrère e ilustrações de Majeska Covici. Em 1931 surgiu uma nova edição inglesa de Psyche, igualmente publicada pela Covici e 1935, a editora Mornay, publicou uma nova edição francesa, ilustrada por Carlègle. Mais tarde, em 1973, as Éditions de l'Ibis publicaram uma edição de luxo de Psyché, ilustrada com doze composições originais de Guily Joffrin, integrada na colecção Chefs-d'œuvres de Pierre Louÿs, 4.
Romance de carácter simbólico e sensual que explora o amor, o desejo e a procura da beleza através de uma atmosfera inspirada na Antiguidade clássica. Inacabada à morte do autor, em 1925, a obra foi completada por Claude Farrère, que escreveu as páginas finais para a sua publicação póstuma em 1927.
Pierre Louÿs (Gand, Belgique, 1870 – Paris, 1925), nascido em Gand, foi um poeta e romancista de língua francesa, associado ao Simbolismo e ao movimento decadentista. Tornou-se célebre pelas obras de inspiração clássica e sensual, entre as quais Les Chansons de Bilitis (1894) e Aphrodite (1896). A sua escrita caracteriza-se pelo refinamento formal, pelo erotismo e pela evocação do mundo greco-romano. Psyché, uma das suas últimas obras, permaneceu inacabada à sua morte e foi publicada postumamente em 1927.
Claude Farrère, pseudónimo de Frédéric-Charles Bargone (Lyon, 1876–1957), foi um escritor, ensaísta e oficial da Marinha francesa. Ingressou na Escola Naval em 1894 e abandonou a carreira militar em 1919 para se dedicar inteiramente à literatura. Recebeu o Prémio Goncourt em 1905 pelo romance Les Civilisés e tornou-se conhecido pelos seus romances de temática exótica, inspirados também nas suas viagens pelo Extremo Oriente. Em 1935 foi eleito membro da Académie Française, ocupando o fauteuil 28.
Carlègle é pseudónimo de Charles Émile Egli (Aigle, Suiça, 1877 - Paris, 1937) foi um ilustrador e pintor suíço que passou a maior parte de sua vida em Paris. Tornou-se conhecido em diários satíricos como Le Rire, Le Sourire, La Vie Parisienne, L'Assiette au Beurre, Fantasio, La Gazette do Bon Ton, Les Humoristes e Qui lit rit.
Ref.:
BNF, Cota: ark:/12148/cb32396695n; FRBNF32396695